100% carga · 1.206 kW no regime de alta (Sala de Máquinas); resumo executivo: 1.198 kW → 1.804 kW
Consumo em carga média
1.253,6kW
60% de carga (Fixo) · com VSD: 995,6 kW
COP útil da sala (anual)
2,16
Projeto: 2,16 (Fixo) / 2,19 (VSD) — Real: caso 1 1,97–2,13 · caso 2 ≈2,26
Energia anual
14.220MWh/ano
Fixo · com VSD: 14.029 MWh/ano
Custo anual estimado
12,43R$ milhões
tarifa 2026, Fixo · com VSD: R$ 12,27 milhões
Emissões de CO₂ — cenário C1
995tCO₂/ano
planta completa, 19.908 MWh/ano · Vi Fixo, sem VSD (C1, fator 0,05 tCO₂/MWh — matriz de retrofit)
Dois estágios, dois módulos de despacho
baixa → alta → condensação
−35/−10°C
Regime de Baixa — Estágio Booster
Módulo A₁ · compressores parafuso · atende TRV e câmaras de baixa temperatura
4 compr.
Ponta · 100% de carga5.800 h/ano
Capacidade
2.810.000kcal/h
(3.268 kW)
Consumo
606kW
COP
5,39
Calor rejeit.
3.353.000kcal/h
(3.900 kW)
Média · 60% de carga (Fixo)2.960 h/ano
Capacidade
1.685.000kcal/h
(1.959,6 kW)
Consumo
411,6kW
COP
4,76
Calor rejeit.
2.039.000kcal/h
(2.371,2 kW)
Média · 60% de carga (VSD)2.960 h/ano
Capacidade
1.685.000kcal/h
(1.959,6 kW)
Consumo
363,6kW
COP
5,39
Calor rejeit.
1.998.000kcal/h
(2.323,2 kW)
Vi Variável mantém o COP de média praticamente igual ao de ponta
Energia anual4.733,1MWhVSD: 4.697,6 MWh
COP médio anual5,23VSD: 5,27
% do consumo total33,3%VSD: 33,5%
Custo anual4.138mil R$VSD: 4.107 mil R$
T evaporação · real (simulado, 3a)−36,7°Cprojeto: −37 °C · faixa −38,0 a −35,5
P sucção · real (simulado, 3a)0,86barprojeto: 0,85 bar · faixa 0,80–0,91
−10/35°C
Regime de Alta — Estágio de Alta Pressão
Módulo A₂ · compressores parafuso · recebe descarga do booster + câmaras diretas, rejeita no Módulo B
4 compr.
Ponta · 100% de carga5.800 h/ano
Capacidade
4.048.000kcal/h
(4.708 kW)
Consumo
1.206kW
COP
3,90
Calor rejeit.
5.056.000kcal/h
(5.880 kW)
Sala de Máquinas (despacho detalhado); resumo executivo registra 1.198 kW · COP 3,93
Média · 60% de carga (Fixo)2.960 h/ano
Capacidade
2.428.000kcal/h
(2.824,0 kW)
Consumo
842,0kW
COP
3,35
Calor rejeit.
3.152.000kcal/h
(3.666,0 kW)
Média · 60% de carga (VSD)2.960 h/ano
Capacidade
2.428.000kcal/h
(2.824,0 kW)
Consumo
632,0kW
COP
4,47
Calor rejeit.
2.972.000kcal/h
(3.456,0 kW)
estágio de alta é o que mais ganha com VSD — salto de COP 3,35 → 4,47 em carga média
Energia anual9.487,1MWhVSD: 9.331,7 MWh
COP médio anual3,76VSD: 3,82
% do consumo total66,7%VSD: 66,5%
Custo anual8.294mil R$VSD: 8.158 mil R$
T intermediária · real (simulado, 3a)−8,7°Cprojeto: −9 °C · faixa −9,6 a −7,6
P intermediária · real (simulado, 3a)3,08barprojeto: 3,04 bar · faixa 2,96–3,22
Perfil de carga anual
base para os cálculos acima
Ponta (dias úteis, ~20h/dia) · 5.800 h · 66%
Média (folgas/noturno, 60%) · 2.960 h · 34%
8.760 h/ano — operação contínua (365 × 24 h)Perfil de operação por calendário de produção (dias úteis × folgas/mês) · fonte: Sala de Máquinas
Perfil de Consumo Mensal — planta completaMWh/mês
Compressores + TRV + condensadores + bombas de recirculação + ventiladores dos evaporadores · variação mensal reflete dias corridos e folgas do calendário de produção, não sazonalidade térmica · total anual 19.908,36 MWh
SEC consolidado — consumo total ÷ produção real
previsto · modelo de projeto · planta completa
SEC Mensal — planta completakWh/t
SEC mensal previsto = Σ consumo total da planta (kWh, todas as 744 h do mês) ÷ Σ produção do mês (t) · faixa 149,36–157,53 · média ponderada anual 153,24 kWh/t · projeções +30/+60/+90 dias disponíveis na planilha-fonte
COP útil e SEC por escopo — cruzamento com casos reais
projeto (previsto) × casos de referência 1 e 2 (histórico / estimado)
COP útil histórico da sala modelo de projeto · previsto
COP da janela = Σ energia térmica útil nos ambientes (kWh) ÷ Σ energia elétrica dos compressores (kWh). É calculado sobre os somatórios, nunca como média de COPs instantâneos, e alimenta a otimização junto com a tendência.
Dia útil · 24 h2,2020 h a 100% + 4 h a 60%
Semana · 24–30/082,186 dias úteis + 1 folga
Mês · ago/20262,1631 dias, 7 folgas
Ano · 365 d2,16com VSD: 2,19
Capacidade útil na ponta: TRV 2.338.000 kcal/h (2.719 kW) + câmaras de baixa 464.000 kcal/h (540 kW) + câmaras de alta 688.000 kcal/h (800 kW) = 3.490.000 kcal/h (4.059 kW), sobre 1.812 kW elétricos. O calor que o booster entrega ao intermediário (3.353.000 kcal/h, 3.900 kW) não é efeito útil e fica fora do COP da sala.
Convenção por estágio (projeto): booster 5,23 e alta 3,76 no ano; a alta conta o calor do intermediário como capacidade, por isso a soma por estágio (4,25) não é comparável ao COP da sala.
As janelas diária, semanal e mensal usam o perfil de operação do projeto (sem histórico medido); o histórico real passa a alimentá-las a partir da Fase 0.
Parâmetros estimados editáveis · até a Fase 0
Arredondada; produção diária pesada ainda pendente.
Estimativa; volume climatizado de cada câmara entra na Fase 0.
Padrão 0,05 tCO₂/MWh (valor central de trabalho, matriz de retrofit C1–C8) até a Fase 0; o fator oficial do SIN/MCTI para inventário formal é 0,025 — ajuste aqui se for reportar.
Escopo 2 (energia)7,7kgCO₂e/t
Emissão anual (Esc. 2)995tCO₂/ano
SEC por escopo previsto · modelo de projeto
Todos os SEC são Σ kWh ÷ Σ t da janela (anual). Os escopos são diferentes e não se comparam entre si: a meta de 60–80 kWh/t (alerta acima de 100) vale só para o TRV isolado.
Indicador
Escopo
Tipo
Valor
Leitura operacional
SEC consolidado
Planta completa: compressores, condensadores, bombas, ventiladores dos evaporadores e TRV
previsto
153 kWh/t
Indicador de relatório (Módulo J) e de benchmark entre plantas; dilui os sinais de cada área.
SEC compressores
Compressores da planta inteira (mesmo escopo dos casos de referência 1 e 2)
previsto
109 kWh/t
Mede o efeito do despacho (A), da condensação (B) e da sucção (D).
SEC TRV
TRV isolado: ventiladores e esteira + compressores atribuídos à carga do túnel
previsto · atribuído
92 kWh/t
Meta 60–80 kWh/t; acima de 100 gera alerta. Base do ajuste de velocidade e do lote governante (E).
SEC câmaras
Câmaras: ventiladores dos evaporadores + compressores atribuídos à carga das câmaras
estimado · volume
141 kWh/m³·ano 0,39 kWh/m³·dia
Sobe com ambiente fora do setpoint, degelo excessivo ou infiltração; sem benchmark validado, vale pela tendência.
Carga térmica específica do TRV
2.338.000 kcal/h (2.719 kW) ÷ 22,4 t/h, antes da compressão
projeto
121 kWh térmico/t
Não é SEC: é energia térmica removida por tonelada. O SEC TRV elétrico resulta dela dividida pelo COP da cadeia e somada aos auxiliares.
Atribuição (estimativa): o consumo do booster é dividido pela carga do estágio (TRV 2.719 kW de 3.259 kW; câmaras de baixa 540 kW). O consumo da alta é dividido pelo calor que recebe: 3.900 kW vindos do booster (83% deles do TRV) e 800 kW das câmaras de alta, de 4.700 kW no total. Auxiliares: TRV = 10% e ventiladores dos evaporadores = 9% da energia dos compressores. Troca de premissa muda o valor, não o método.
Cruzamento com os casos de referência reais anonimizados
Caso 1: planta de alimentos processados, histórico do supervisório de jul/2022 a mar/2025. Caso 2: abatedouro de aves no Sul do Brasil, histórico de 2023 a 2026 (exploração inicial, não validada). Ambos medem os compressores da planta inteira.
Indicador
Projeto (modelo)
Caso 1 — histórico
Caso 2 — estimado
COP útil da sala
2,16 (previsto)
1,97–2,13
≈ 2,26
COP booster / alta
5,23 / 3,76 (convenção por estágio)
3,7–4,9 / 4,1 (adotados por regime)
4,2–4,4 / 2,8–3,5 (termodinâmico)
SEC compressores
109 kWh/t (previsto)
343 kWh/t (2024; ≈ 47 mil t/ano)
≈ 88–115 kWh/t (peso vivo ou produto)
SEC TRV isolado
92 kWh/t (atribuído)
sem medição isolada
sem medição isolada; túnel sem setpoint gravado
SEC câmaras
141 kWh/m³·ano (volume estimado)
pendente: volumes (Fase 0)
pendente: volumes (Fase 0)
Ambientes dentro de ±2 K do setpoint
11 de 12 (ilustrativo)
55% das horas (10 de 39 com ≥ 70%)
60% dos dias (14 de 33 com ≥ 70%)
Estocagem a −30 °C
—
≈ +5 K acima do setpoint
≈ +8 K acima do setpoint
Condensação
cabeça flutuante pelo bulbo úmido
≈ 30,9 °C fixa o ano todo
piso ≈ 31,5 °C (setpoint fixo)
COP. O 4,25 usado até aqui somava o calor do intermediário como se fosse efeito útil. Com a capacidade útil (TRV + câmaras) o COP da sala fica em ≈ 2,2, na mesma faixa dos dois casos reais (≈ 2,0–2,3). Os COPs por estágio continuam úteis para o despacho do Módulo A, mas não são o COP da planta.
SEC. O SEC dos compressores do projeto é previsto e o dos casos 1 e 2 é histórico ou estimado, com produtos e bases de produção diferentes (o caso 1 é cozido e frito): servem para dimensionar a ordem de grandeza, não para dizer que uma planta é melhor que outra. Os 121 kWh/t que o painel mostrava como SEC do TRV eram a carga térmica específica; o SEC TRV elétrico atribuído é de ≈ 92 kWh/t.
Câmaras. Nos casos reais só 55–60% dos ambientes ficam dentro de ±2 K do setpoint. Por isso, SEC de câmara alto com ambiente fora do setpoint não autoriza subir a sucção (Módulo D): antes é preciso confirmar a capacidade do regime de baixa e a prioridade das salas de cortes.
Condensação. Os dois casos operam com setpoint fixo de descarga; a cabeça flutuante (Módulo B) foi estimada em 5,5–7,2% da energia dos compressores no caso 1 e 2,5–4,5% no caso 2, em cascata com A e D.
Matriz de Retrofit — estratégias de controle (C1–C8)
fonte: material de apresentação do retrofit (anexo, out/2026) · recalculado na tarifa já usada nesta página
O que cada estratégia soma modelo de projeto · mesma planta de 19.908 MWh/ano
Três alavancas de retrofit, combinadas: Vi Automático (ajusta a relação de compressão em tempo real, eliminando a sub/sobrecompressão do Vi Fixo) · VSD mestre-escravo (1 inversor por regime modula a carga; os demais compressores do regime operam fixos a 100%) · condensação flutuante (reduz a pressão de descarga quando a temperatura externa permite). C1 é a planta de referência desta página (Vi Fixo, sem VSD, sem flutuante); C8 é o cenário completo.
VSD mestre-escravo isolado−1,3%C2 vs C1 (1 inversor/regime, escravos a 100%)
Condensação flutuante isolada−10,9%C3 vs C1 (Vi Fixo — captura parcial do ganho)
Vi Automático isolado−1,0%C5 vs C1 (sem VSD, sem flutuante)
Completo (C8 vs C1)−16,0%Vi Auto + VSD + flutuante juntos
Matriz completa C1–C8
Código
Tipo Vi
VSD
Cond. flutuante
MWh/ano
Δ vs C1
Custo 2026 (R$ milhões)
tCO₂/ano
C1
Vi Fixo
não
não
19.908
—
17,40
995
C2
Vi Fixo
mestre-escravo
não
19.641
−267
17,17
982
C3
Vi Fixo
não
sim
17.742
−2.166
15,51
887
C4
Vi Fixo
mestre-escravo
sim
17.504
−2.404
15,30
875
C5
Vi Automático
não
não
19.709
−199
17,23
985
C6
Vi Automático
mestre-escravo
não
19.445
−463
17,00
972
C7
Vi Automático
não
sim
16.950
−2.958
14,82
848
C8
Vi Automático
mestre-escravo
sim
16.722
−3.186
14,62
836
Horizonte acumulado 2026–2030 (C8 vs C1): 15.930 MWh, R$ 15,79 milhões e 796 tCO₂ evitados, projetando a tarifa Industrial Completa desta página (874,26 → 1.103,63 R$/MWh, ANEEL +5–8%/ano) sobre o consumo constante de cada cenário. C4 vs C1 (sem trocar o Vi, só VSD + flutuante): 12.020 MWh e R$ 11,91 milhões acumulados — mostra que boa parte do ganho não depende de um fornecedor específico de Vi.
Vi Automático × Vi Fixo — por que andam junto com a condensação flutuante
capacidade fixa 1.477 kW, Te −10°C · fonte: curva de engenharia do fabricante (aba "Vi")
Potência consumida (kW) × temperatura de condensação (°C)
Com a condensação flutuante reduzindo Tc de 35 para 30°C, o compressor com Vi Fixo não acompanha a nova relação de compressão e sobrecomprime; o Vi Automático segue a pressão em tempo real e converte toda a queda de Tc em economia.
Vi AutomáticoVi Fixo
A diferença entre as curvas se abre conforme Tc cai: em 35°C as duas praticamente coincidem (380,1 vs 380,2 kW); em 30°C o Vi Fixo já consome 337,9 kW contra 328,2 kW do Vi Automático — a "perda" de 2,9% justamente na faixa onde a condensação flutuante teria mais a dar.
Ganho de condensação flutuante, por tipo de Vi
Redução de Tc de 35 para 30°C (mesma carga, mesmo Te −10°C).
Com Vi Fixo13%capta só parte do ganho — o compressor sobrecomprime
Com Vi Automático16%capta ~100% do ganho do condensador
A tríade do retrofit (fonte: material anexo): Vi Automático (0% de perda por descasamento, em qualquer regime) + VSD mestre-escravo (≈6,5% de economia, com os escravos sempre a 100% de eficiência) + condensação flutuante (≈8,2% adicional, 100% aproveitado com Vi Auto) — juntas, o material de origem cita ≈15% de economia e ≈R$ 10 milhões acumulados (base Mercado Livre do material de origem). Nesta página, calculado na tarifa Industrial Completa já usada acima, o mesmo pacote (C8 vs C1) equivale a 16,0% de MWh e R$ 15,79 milhões acumulados em 2026–2030 — ver método abaixo para a diferença entre as duas bases tarifárias.
Projeto × real (simulado, 3 anos): T cond. 29,5 °C → real média 29,4 °C (faixa 24,0–35,5 °C ao longo do ano, flutuante por bulbo úmido) · P cond. 11,51 → 11,50 bar (faixa 9,75–13,70). Casos reais 1 e 2 operam com setpoint fixo (≈30,9 °C e ≈31,5 °C) — ver tabela de cruzamento acima.
Mesma curva de Vi Automático acima (capacidade fixa 1.477 kW, Te −10°C), comparando um setpoint fixo em 31°C — como os casos de referência 1 e 2, que operam ≈30,9–31,5°C o ano todo — contra a condensação flutuante do projeto, que segue o bulbo úmido mês a mês (série simulada de 3 anos, Módulo B acima). Curva estendida por ajuste quadrático abaixo de 30°C para cobrir os meses mais frios.
Ganho = (kW a 31°C fixo − kW no Tc flutuante do mês) ÷ kW a 31°C fixo, pela curva de Vi Automático. Ganho médio anual ≈4,6% (jun–set, dry season Centro-Oeste: 13–16%). Em jan–mar (pico do verão/época úmida), o Tc flutuante sobe acima de 31°C e o resultado mensal fica negativo — a condensação flutuante não é grátis o ano todo, mas no balanço anual é uma melhoria líquida, maior ainda somada ao Vi Automático (que capta ~100% dela, ante ~13% do Vi Fixo — card ao lado).
Duas trajetórias, a mesma direção Industrial Completa = base desta página
O R$ 874,26/MWh (2026) já usado nos indicadores desta página é o mesmo ponto 2026 desta série "Industrial Completa" (mercado cativo); o retrofit descrito no material de origem foi avaliado sobre a série "Mercado Livre", mais barata e mais volátil. As duas sobem até 2030, mas em patamares bem diferentes.
Industrial Completa: +28% acumulado até 2026 e +61% até 2030 (vs. 2021) · Mercado Livre: +60% até 2026 e +91% até 2030, projeção ANEEL de +5–8%/ano. PLD máximo para 2026 fixado em R$ 1.611,04/MWh (Despacho ANEEL nº 3.850, 23/12/2025) — teto, não o preço médio pago.
Comparativo entre estágios
ponta vs. média vs. anual
Indicador
Baixa (−35/−10°C)
Alta (−10/35°C)
Planta (total)
Compressores
4
4
8
Tipo
parafuso
parafuso
—
Capacidade — ponta, kcal/h (kW)
2.810.000 (3.268)
4.048.000 (4.708)
6.858.000 (7.976)
Consumo — ponta (kW)
606,0
1.206,0
1.812,0
↳ resumo executivo (kW)
—
1.198,0
1.804,0
COP por estágio — ponta (100%)
5,39
3,90
4,40
↳ resumo executivo
—
3,93
4,42
Calor rejeitado — ponta, kcal/h (kW)
3.353.000 (3.900)
5.056.000 (5.880)
8.409.000 (9.780)
Consumo — média 60% (Fixo, kW)
411,6
842,0
1.253,6
Consumo — média 60% (VSD, kW)
363,6
632,0
995,6
COP por estágio — média 60% (Fixo)
4,76
3,35
3,82
COP por estágio — média 60% (VSD)
5,39
4,47
4,80
Energia anual (Fixo, MWh/ano)
4.733,1
9.487,1
14.220,3
Energia anual (VSD, MWh/ano)
4.697,6
9.331,7
14.029,3
COP por estágio — médio anual (Fixo)
5,23
3,76
4,25
COP por estágio — médio anual (VSD)
5,27
3,82
4,31
COP útil da sala — ponta (100%)
—
—
2,24
COP útil da sala — média 60% (Fixo)
—
—
1,94
COP útil da sala — média 60% (VSD)
—
—
2,45
COP útil da sala — anual (Fixo)
—
—
2,16
COP útil da sala — anual (VSD)
—
—
2,19
Participação no consumo (Fixo)
33,3%
66,7%
100%
Custo anual (Fixo, tarifa 2026)
R$ 4.138 mil
R$ 8.294 mil
R$ 12.432 mil
Custo anual (VSD, tarifa 2026)
R$ 4.107 mil
R$ 8.158 mil
R$ 12.265 mil
Economia com VSD (kWh/ano)
35.520
155.400
190.920
Economia com VSD (R$/ano)
R$ 31 mil
R$ 136 mil
R$ 167 mil
COP por estágio × COP útil da sala: o COP por estágio divide a capacidade de cada estágio pelo seu consumo; na alta, a capacidade inclui o calor que o booster rejeita no intermediário, e por isso a coluna "Planta" (4,25 no ano) conta esse calor duas vezes. O COP útil da sala usa só a carga que chega aos ambientes (TRV + câmaras: 3.490.000 kcal/h, 4.059 kW, na ponta) dividida pelo consumo total, e fica em 2,16 no ano (2,19 com VSD), na faixa dos casos de referência reais 1 e 2 (≈ 2,0–2,3). É esse o valor que entra no histórico por janela (seção abaixo) e na otimização. Três leituras de consumo — regime de alta, ponta: a linha "Potência Total" do despacho detalhado na aba "Sala de Máquinas" registra 1.206 kW (COP 3,90) — é o valor que alimenta a aba "Carga térmica" e, por isso, todos os totais anuais, SEC e custo desta página. O resumo executivo da mesma planilha (capturas de tela fornecidas) registra 1.198 kW (COP 3,93) — mantido acima como leitura alternativa, marcado em itálico. A diferença (~0,7%) é do próprio arquivo-fonte, não uma inconsistência de transcrição. Consumo com VSD: com controle Vi Variável (VSD) em carga parcial, a potência em 60% de carga cai para 363,6 kW na baixa (COP 5,39 — praticamente igual ao de ponta) e 632,0 kW na alta (COP 4,47, ante 3,35 no Fixo) — fonte: aba "Sala de Máquinas", colunas "VSD". O total anual da planta recua de 14.220,3 MWh (Fixo) para 14.029,3 MWh (VSD), uma economia de 190.920 kWh/ano (≈1,34%) e ≈R$ 167 mil/ano na tarifa 2026 — o estágio de alta responde por ≈81% dessa economia. O SEC consolidado da planta (153,24 kWh/t, seção acima) também recuaria proporcionalmente, para ≈151,7 kWh/t, caso o VSD seja adotado; o gráfico mensal de SEC não foi redesenhado para este cenário. Cenário-base desta página: permanece Fixo, por ser o que sustenta a aba "Carga térmica" e o perfil mensal já publicado; os valores VSD acima (linhas em destaque na tabela e "VSD:" nos cartões de regime) são uma avaliação de eficiência para decisão de engenharia de detalhe, não uma substituição do cenário-base. Tarifa: Mercado Cativo 2026 = R$ 874,26/MWh (ANEEL/EPE/Itaú BBA), substituindo a tarifa ilustrativa de R$ 0,60/kWh usada anteriormente. É o mesmo ponto 2026 da série "Industrial Completa" usada na matriz C1–C8 e no bloco de contexto tarifário acima. VSD integral × VSD mestre-escravo: são duas estratégias diferentes, não a mesma coisa com nomes diferentes. O "com VSD" do comparativo acima (14.220,3 → 14.029,3 MWh, ≈1,34%) é VSD integral: todos os 8 compressores recebem inversor, e o ganho aparece em qualquer carga parcial. A matriz C1–C8 usa VSD mestre-escravo: 1 compressor por regime (2 no total) recebe inversor e modula a carga; os demais operam sempre fixos a 100% de eficiência. Por isso o VSD mestre-escravo isolado (C2 vs C1) rende só ≈1,3% — bem menos que o VSD integral — mas custa menos e tem menor risco de parada, porque troca só 2 dos 8 compressores. Fator de emissão — 0,05 tCO₂/MWh: a calculadora de Escopo 2 na seção "SEC consolidado" acima e o card de emissões do resumo usam, como padrão, 0,05 tCO₂/MWh (50 g/kWh) — o mesmo "valor central de trabalho" da matriz C1–C8, adotado nesta página como referência de planejamento até a Fase 0. O fator oficial do SIN/MCTI para 2025 é 0,025 tCO₂/MWh, a métrica a usar em inventário formal de emissões (regra fixa do projeto); o campo "Fator de emissão" acima é editável para esse caso. Tarifa Industrial Completa × Mercado Livre: o material de origem da matriz C1–C8 avalia custo sobre a série "Mercado Livre" (R$ 560–670/MWh em 2026–2030) e chega a um ganho citado de ≈R$ 10 milhões acumulados para o cenário completo. Esta página recalcula os mesmos MWh de cada cenário sobre a tarifa "Industrial Completa" (R$ 874,26–1.103,63/MWh), que é a mesma série que já sustentava o custo anual desta página antes da matriz existir — por isso os R$ 15,79 milhões acumulados (C8 vs C1) não são comparáveis ao R$ 10 milhões do material de origem: a diferença é de tarifa, não de engenharia. Inconsistências do material de origem: a tabela de custo por ano do material anexo (2026–2030) repete o mesmo valor em todos os anos para cada cenário, mas o gráfico do mesmo slide mostra custo crescendo ano a ano — os dois não batem entre si; nesta página optou-se por recalcular do zero (MWh × tarifa do ano) em vez de herdar qualquer um dos dois. A tabela "Horizonte Acumulado" do material anexo também mistura, na mesma linha, uma diferença de custo que parece ser acumulada em 5 anos com diferenças de MWh e tCO₂ que são de 1 ano só — por isso esta página separa claramente a tabela anual (MWh/ano, custo 2026, tCO₂/ano) do bloco "Horizonte acumulado 2026–2030", que soma 5 anos de forma explícita. A alegação genérica de mercado de que "compressores com Vi Fixo consomem 10–15% a mais que os com Vi Automático" (texto do material anexo) é mais alta do que o ganho isolado de Vi Automático nesta simulação específica (≈1% sem condensação flutuante, ≈4,3–4,5 p.p. quando combinado com ela) — a alegação genérica provavelmente descreve um universo mais amplo de compressores e condições do que este caso simulado.
Túnel de congelamento — perfil de carga (TRV)
carga = demanda térmica do regime de baixa (TRV + câmaras a −35/−10°C) · eixos e dicas em kW; 1 kW = 859,8 kcal/h · mínimo 60% fora de produção
Produção
22.400kg/h
frango · 2 turnos/dia útil
Turnos
03:30–13:40
+ 14:00–23:50 (turno 2)
Carga do TRV (congelamento)
2.338.253kcal/h
(2.719 kW) · em produção · T túnel projeto −33 °C → real −32,4 °C (simulado, 3a; faixa −33,9 a −31,5)
Carga câmaras (regime de baixa)
464.000kcal/h
(540 kW) · câmaras a −35/−10°C · fonte: Carga térmica